Li e recomendo!

Li e Recomendo!

A Vida Secreta de Laszlo, Conde Drácula

Escrito por Roderick Ascombe, desaponta os leitores que procuram uma história vampiresca e regada de casos sobrenaturais. Laszlo é um homem aparentemente comum, estudante de medicina e que mais tarde torna-se conde  por questões hirárquicas. O que ninguém sabe é que por trás da imagem de conde benfeitor se esconde um serial killer frio e obcecado por jovens virgens.

O interessante é o desenrolar dos fatos, a forma como Laszlo luta contra a “besta” que existe em si, contra o monstro assassino. O autor traça muito bem o perfil psicológico desequilibrado do personagem… é um livro viciante para os amantes das mentes conturbadas, que procuram entender mistérios. Vale a pena ler!

Ao som de: Chakal – Children Sacrifice (do capetaaaa!)

PS: Eu tenho três assuntos em mente que vão virar textos mais me falta tempo pra escrever, os dias tem sido bastante turbulentos e mais inconstantes que eu!

Li e Recomendo!

 

Ta aí uma série que eu gostei! Ao contrário do comum, concordei com as minhas amigas de faculdade, devoramos os livros e tivemos os comentários afobados comum das adolescentes. 

Tirando suspiros e virando febre entre as meninas (não fui femista, ainda não conheci um menino que leu), a autora Stephenie  Meyer virou destaque. Ao contrário da opinião (de peso) de Sthepen King, pra mim Meyer escreve de uma forma surpreendente, que prende todas as atenções e leva a um estágio de encantamento muito bom! Pra mim o objetivo de Meyer não foi lidar com o horror, mais sim com um misto de humano e sobrenatural. Vamos a série:

 Crepúsculo 

O primeiro livro que intitula a série é simplesmente viciante! É a porta de entrada para um mundo onde vampiros existem, cheios de poderes sobrenaturais e encantos. Há um caso de amor e superação para cada um dos personagens,

Eu particularmente adorei aquilo de superpoderes, de força descomunal e de “vegetarianismo de humanos”, mais achei bobo vampiros brilharem a luz do sol, também achei o romantismo e amor incondicional de Edward Cullen por Bella Swan (personagens principais) um tanto meloso e doentio.

Lua Nova

Neste livro que entram os lobisomens, e o tal Jacob Black rouba a cena que antes era de Edward e seu “mela-mela”, gostei muito das lendas e de todo o comportamento que envolve a matilha. Só o que estragou foi o drama exagerado da Bella ao “perder” seu amado e o fato dos lobos amarrarem as roupas nos pés antes de sofrer a metamorfose.

Eclipse

A partir daí que a coisa se desenrola, que Bella escolhe entre o amor do vampiro e do lobo e que as coisas mudam de curso. Como a capa brasileira sugere, os laços são rompidos. É o meu livro preferido da série.

Amanhecer

O último livro da série onde todas as conseqüências das escolhas de Bella acontecem. Na minha opinião deixou um pouco a desejar, vai ver que é por saber que acabou né?!

Quanto aos filmes: Assisti Crepúsculo e como acontece sempre com quem leu o livro e foi ver o filme, achei ruim, péssimo em detalhes, deixa passar muita coisa em branco. Lua Nova saí agora em novembro, e eu e minhas amigas vamos assistir juntas, como faríamos se tivéssemos 13 aninhos rsrsrs…. e tem idade pra ser feliz poxa?!

 

 Ao som de: Metal Church – Fake Healer (muitooooooooooooo boa música!)

Li e recomendo!

Li e Recomendo!

Li e Recomendo!

Escrito em 1888 por Friedrich Wilhelm Nietzsche, “O ANTICRISTO” traz toda a personalidade do autor e sua convicção contra o cristianismo. Ao contrário do que o título sugere, não há uma crítica severa a Jesus Cristo, mais sim a maneira como o cristianismo age manipulando e criando fatos.

“Este livro pertence aos homens mais raros. Talvez nenhum deles sequer esteja vivo. É possível que se encontrem entre aqueles que compreendem o meu “Zaratustra”: como eu poderia misturar-me àqueles aos quais se presta ouvidos atualmente? – Somente os dias vindouros me pertencem. Alguns homens nascem póstumos.” (Introdução)

O ANTICRISTO é no mínimo tentador, impossível não questionar ou refletir a partir das convicções regadas a descrença e repugnância do autor. Este é com certeza o livro que mais me fez pensar.

 “Chama-se cristianismo a religião da compaixão. – A compaixão está em oposição a todas as paixões tônicas que aumentam a intensidade do sentimento vital: tem ação depressora. O homem perde poder quando se compadece.” (Capítulo VII)

 Para Nietzsche Deus representa apenas uma necessidade da raça humana.

 “A religião, dentro desses limites, é uma forma de gratidão. O homem é grato por existir: para isso precisa de um Deus. – Tal Deus precisa ser tanto capaz de beneficiar quanto de prejudicar; deve ser capaz representar um amigo ou um inimigo – é admirado tanto pelo bem quanto pelo mal que causa. Castrar esse Deus, contra toda a natureza, transformando-o em um Deus somente bondade, seria contrário à inclinação humana.” (Capítulo XVI)

 As idéias são fortes e contrastam amargamente coma realidade da massa. Li, reli e recomendo.

Ao som de Metal Church – Into Dust

Li e recomendo!

Li e Recomendo!

Li e Recomendo!

Oi gente!

Hoje reli um trecho do livro “Memória de minhas putas tristes”, do digníssimo escrito colombiano Gabriel García Márquez, foi inevitável não transcrevê-lo.
Eu tenho uma espécie de lógica com algumas amigas, quando elas odeiam um livro, eu sei que vou gostar muito, quando eu abandono, elas irão devorar! Com a leitura deste livro foi exatamente assim, ao contrário do que o título e as primeiras páginas sugerem, encontrei ali um amor incondicional e a auto descoberta, independente do estágio da vida. Fantástico! A seguir, o meu trecho preferido:

“Descobri que minha obsessão por cada coisa em seu lugar, cada assunto em seu tempo, cada palavra em seu estilo, não era o prêmio merecido de uma mente em ordem, mas, pelo contrário, todo um sistema de simulação inventado por mim para ocultar a desordem de minha natureza. Descobri que não sou disciplinado por virtude, e sim como reação contra a minha negligência; que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez, que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado e sempre penso o pior, que sou conciliador para não sucumbir às minhas cóleras reprimidas, que só sou pontual para que ninguém saiba como pouco me importa o tempo alheio. Descobri, enfim, que o amor não é um estado da alma e sim um signo do Zodíaco.”

Que todos sejam capazes de descobrir a si mesmos.

Ao som de: Black Label Society – In This River